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	<title>As Poderosas - O Mundo em nossas mãos &#187; Laura</title>
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		<title>Seja Feliz Hoje!</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 14:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tempo de ser feliz é hoje. Então&#8230;
SORRIA
BEIJE
RELAXE
DANCE!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo de ser feliz é hoje. Então&#8230;</p>
<p>SORRIA</p>
<p>BEIJE</p>
<p>RELAXE</p>
<p>DANCE!</p>
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		<title>Recomeçar novamente&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 22:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2011 começou…
Se analisarmos muitas coisas continuam iguais&#8230;
Ainda seremos os mesmas. Ainda teremos os mesmos amigos(as).
As mesmas inquitações, dívidas (emocionais e/ou financeiras). 
Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.
Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano…
A diferença, a sutil diferença, é que ao iniciar um novo ciclo, teremos um ano IN-TEI-RI-NHO pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2011 começou…</p>
<p>Se analisarmos muitas coisas continuam iguais&#8230;</p>
<p>Ainda seremos os mesmas. Ainda teremos os mesmos amigos(as).</p>
<p>As mesmas inquitações, dívidas (emocionais e/ou financeiras). </p>
<p>Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.</p>
<p>Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano…</p>
<p>A diferença, a sutil diferença, é que ao iniciar um novo ciclo, teremos um ano IN-TEI-RI-NHO pela frente!<br />
Um ano novinho em folha! Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.</p>
<p>365 dias para fazermos o que quisermos… pois sempre temos opções e, exatamente por isso, eu desejo que vocês façam as melhores escolhas que puderem.</p>
<p>Desejo que sorriam o máximo que puderem. Cantem a música que quiserem. Beijem muito.<br />
Amem mais. Abracem bem apertado.</p>
<p>Curtam muito a sua família. </p>
<p>Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar.<br />
Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas.<br />
E ninguém pode ou deve questioná-las.</p>
<p>Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé…<br />
Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos…</p>
<p>2011 começou e temos a oportunidade de fazer tudo o que desejamos&#8230; Bem vindo a um novo começo!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Definição de saudade</title>
		<link>http://www.aspoderosas.com/definicao-de-saudade/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 20:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Laura]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista
Recife &#8211; PE
Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (&#8230;.) &#8220;&#8230; posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista<br />
Recife &#8211; PE</p>
<p>Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (&#8230;.) &#8220;&#8230; posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. <strong>Não conhecemos nossa verdadeira dimensão</strong> até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Comecei a frequentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças. Até o dia em que <strong>um anjo passou por mim</strong> ! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano !</p>
<p>Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe &#8230; A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.</p>
<p>&#8221; &#8211; Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida !&#8221;<br />
Indaguei:<br />
- E o que morte representa para você, minha querida ?</p>
<p>&#8221; &#8211; Olha tio, <strong>quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é ?&#8221;</strong><br />
(Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)<br />
- É isso mesmo.</p>
<p>&#8220;- <strong>Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar.. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira !&#8221;</strong><br />
Fiquei desnorteado, não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança.<br />
&#8220;- E minha mãe vai ficar com saudades, emendou ela.&#8221;<br />
Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:<br />
- <strong>E o que saudade significa para você, minha querida ?</strong></p>
<p>- <strong>Saudade é o amor que fica !!!</strong></p>
<p>Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra SAUDADE!!!</p>
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		<title>Eu Sei, Mas Não Devia</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 15:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de: Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma  a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto de: <strong>Marina Colasanti<br />
</strong></p>
<p><strong>Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.</strong></p>
<p><strong>A gente se acostuma </strong> a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.</p>
<p>A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.</p>
<p>A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.</p>
<p>A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.</p>
<p>A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.</p>
<p>A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.</p>
<p>A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.</p>
<p>A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.</p>
<p>A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. <strong>Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.</strong></p>
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		<title>Ame como se o outro fosse você</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 16:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amar]]></category>
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		<description><![CDATA[Se o amor fosse bastante em cada coração, todos os males do mundo acabariam. Cada um olharia o outro como se estivesse se olhando no espelho e teria tanta compreensão e compaixão como se estivesse agindo por si mesmo.
Ame cada pessoa como se para você ela estivesse acabando de nascer e seu coração não estivesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o <strong>amor</strong> fosse bastante em cada <strong>coração</strong>, todos os males do mundo acabariam. Cada um olharia o outro como se estivesse se olhando no espelho e teria tanta compreensão e compaixão como se estivesse agindo por si mesmo.</p>
<p><strong>Ame cada pessoa</strong> como se para você ela estivesse acabando de nascer e seu coração não estivesse cheio de pré-julgamentos.</p>
<p>Ame como se passassem uma borracha sobre seus erros e conseguissem ver através de <strong>olhos de amor</strong>, apenas o bonito que há dentro de você.</p>
<p>Ame como quem ama aquela flor que atravessou sol e chuva e sobreviveu, apesar de tudo.<br />
<strong><br />
</strong>Ame como você gostaria de ser amado.</p>
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		<title>&#8220;Tempo de travessia&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 02:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.&#8221;
Fernando Pessoa
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.&#8221;</p>
<p>Fernando Pessoa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não dê foco ao problema e sim na solução</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 18:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[determinação]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro doutor:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. -diz o psicólogo.
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro doutor:</strong></p>
<p>- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!<br />
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. -diz o psicólogo.<br />
- Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.<br />
- E quanto o senhor cobra? &#8211; pergunta o paciente.<br />
- R$ 120,00 por sessão &#8211; responde o psicólogo.<br />
- Bem, eu vou pensar &#8211; conclui o sujeito.<br />
Passados seis meses, eles se encontram na rua.<br />
- Por que você não me procurou mais? &#8211; pergunta o psicólogo.<br />
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$ 37.440,00, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.<br />
- Ah é? Como? &#8211; pergunta o psicólogo.</p>
<p>O sujeito responde:<br />
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama&#8230;</p>
<p>Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!<br />
<strong><br />
HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO!!!</strong></p>
<p>Foque uma solução ao invés de ficar pensando no problema.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Intimidade no casamento: inimiga ou aliada?</title>
		<link>http://www.aspoderosas.com/intimidade-no-casamento-inimiga-ou-aliada/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Laura]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gente que tem medo de casar por causa da intimidade, vista por muitos como inimiga do romance.
No namoro, principalmente no começo, os casais se encontram para sair, então estão sempre arrumados, cheirosos e alegres.
Aí a gente casa e começa a compartilhar outros momentos da vida. O acordar com a cara amassada, a dor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem gente que tem medo de casar por causa da <strong>intimidade</strong>, vista por muitos como <strong>inimiga do romance</strong>.</p>
<p>No namoro, principalmente no começo, os casais se encontram para sair, então estão sempre arrumados, cheirosos e alegres.</p>
<p>Aí a gente casa e começa a compartilhar outros momentos da vida. O acordar com a cara amassada, a dor de cabeça de pagar contas em dia, o dividir o mesmo banheiro, os dias de mau humor…</p>
<p>Uma amiga querida me confidenciou que seu maior receito em relação ao casamento era passar a impressão de ser desleixada. Ela disse que jamais tinha passado a noite com o namorado sem estar de banho tomado, com a depilação em dia, a pele sedosa e uma lingerie bonita.</p>
<p>Realmente, no casamento, o outro nos vê sem “preparo”. Afinal, ninguém consegue usar calcinha sexy todo santo dia e não há como fugir da “entre safra” das depilações. Para homens é a mesma coisa. Nem sempre o marido vai estar de barba feita, unha cortada, roupa bonita.</p>
<p>Mas isso não é desleixo, é a vida real. Mesmo durante o namoro, os casais passam por todos esses momentos, com a diferença que disfarçam a todo custo, fazem de tudo pra deixar essas coisas de fora do relacionamento.</p>
<p>Casar não é abrir mão da produção do namoro, mas <strong>dar ao outro acesso aos bastidores da sua vida.</strong></p>
<p>Pra dividir a vida com alguém, a gente tem que estar bem resolvido em relação à nossa intimidade. Ninguém precisa ter vergonha de ter que ir ao banheiro, de ter pelos indesejáveis, de ter bafo de manhã. Do mesmo jeito que ninguém precisa ter vergonha de chorar, de passar raiva, de ter inseguranças, de perder a razão de vez em quando. Faz parte de quem nós somos.</p>
<p>É nesses momentos sem máscaras que a gente conhece melhor o outro e a cumplicidade se fortalece, criando <strong>raízes cada vez mais profundas no amor</strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://recemcasada.com.br" target="_blank">Recém-casada</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Se um cachorro fosse professor&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 01:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Laura]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[lealdade]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>

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		<description><![CDATA[Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:</p>
<p>Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.</p>
<p>Nunca perca uma oportunidade de ir passear.</p>
<p>Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.</p>
<p>Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.</p>
<p>Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.</p>
<p>Corra, pule e brinque todos os dias.</p>
<p>Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.</p>
<p>Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.</p>
<p>Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.</p>
<p>Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.</p>
<p>Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado&#8230;volte e faça as pazes novamente.</p>
<p>Aproveite o prazer de uma longa caminhada.</p>
<p>Se alimente com gosto e entusiasmo.</p>
<p>Coma só o suficiente.</p>
<p>Seja leal.</p>
<p>Nunca pretenda ser o que você não é.</p>
<p>E o MAIS importante de tudo&#8230;.</p>
<p>Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.</p>
<p><strong>A amizade verdadeira não aceita imitações!!!</strong></p>
<p>E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pela metade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só&#8230;
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só&#8230;</p>
<p>Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.</p>
<p>O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.</p>
<p>A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade&#8230;<br />
A gente sai pra jantar, mas come pouco.<br />
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.<br />
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de &#8216;fácil&#8217;).<br />
Adora tomar um banho demorado, mas se contém para não desperdiçar os recursos do planeta.<br />
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.<br />
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.</p>
<p>Tantos deveres, tanta preocupação em &#8216;acertar&#8217;, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação&#8230;</p>
<p>Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão&#8230;</p>
<p>Às vezes dá vontade de fazer tudo &#8216;errado&#8217;. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.</p>
<p>Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.</p>
<p>Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: &#8216;Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora&#8217;&#8230;</p>
<p>Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado&#8230;</p>
<p>Um dia a gente cria juízo.<br />
Um dia.<br />
Não tem que ser agora.</p>
<p>Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate&#8230;</p>
<p>Depois a gente vê como é que faz para consertar o estrago&#8230;</p>
<p><strong>Danuza Leão</strong></p>
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