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Resgatadas dos anos 1980, as cores flúor saem do guarda-roupa direto para a decoração. Derivadas de tons já fortes, como amarelo, laranja, pink e verde, pedem uso moderado. Saiba como deixar a casa ‘acesa’ e divertida, porém com equilíbrio

Base neutra
‘Toda cor deve ser parte de um equilíbrio geral na concepção do projeto, porém, os acessórios podem trazer um colorido providencial ao ambiente’, afirma a arquiteta Simone Mantovani. Se a base não for tão neutra, a dica é usar o bom-senso. ‘Para ter o toque moderno que as cores cítricas conferem à ambientação, não se pode exagerar’, diz.

Acidez controlada
O designer e fotógrafo Felipe Morozini acredita que as cores néon devem aparecer na decoração, sim, mas desde que sejam usadas nas peças móveis: ‘Quando nos deixamos levar pelo modismo, podemos pecar pelo exagero’, observa. É importante acrescentar outros elementos, que suavizem o visual.

Passagem de impacto
Para não enjoar, use o flúor em ambientes de permanência breve, como corredores, escadas e lavabos. ‘Já usei cores flúor em escadas, em detalhes como na espessura de uma parede e em lugares de passagem, nos quais funcionam como teletransporte’, diz o designer Marcelo Rosenbaum. Para contrabalançar tanto arrojo, uma dica é usar peças de madeira, por exemplo.

Harmonia lúdica
‘Acredito que essas cores devem ser usadas em pequenas doses. Se for nos acessórios, o efeito será mais condizente’, recomenda o designer de interiores Rodrigo Albuquerque. Outra sugestão é eleger uma cor flúor e combiná-la com um estampado que tenha a mesma família de tom vibrante. ‘Esse é um apelo estético que resulta no lúdico’, afirma.

Fonte: Casa e Jardim

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