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	<title>As Poderosas - O Mundo em nossas mãos &#187; relacionamento</title>
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		<title>Não dê de presente para uma mulher&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 14:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dar presentes é uma arte. Isso porque o verdadeiro presente é aquele que diz alguma coisa, que tem uma mensagem implícita. Você pode se basear em gostos da outra pessoa, momentos que ela vive hoje, coisas que lembram sua personalidade e, assim, vai conseguir acertar na escolha do presente, não importa que valor monetário tenha.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dar presentes é uma arte</strong>. Isso porque o verdadeiro presente é aquele que diz alguma coisa, que tem uma mensagem implícita. Você pode se basear em gostos da outra pessoa, momentos que ela vive hoje, coisas que lembram sua personalidade e, assim, vai conseguir acertar na escolha do presente, não importa que valor monetário tenha.</p>
<p>Com isso em mente, <strong>presentear uma mulher</strong> – seja ela sua namorada, amante, mulher ou amiga – requer um pouco de tato ou você vai se comunicar de maneira totalmente tosca. Para provar isso, selecionamos sete itens que podem transformar a comemoração em um festival de DRs. <strong>Fique atento</strong> a um detalhe: nada disso é válido se ela explicitamente lhe pediu um desses itens de presente.</p>
<p><strong>1)Eletrodomésticos</strong><br />
Seja um aspirador, ferro elétrico, batedeira ou qualquer coisa do gênero, você já está de cara chamando a moça de Amélia e dizendo que ela só serve para esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque. Não dê nada que lembre a palavra “trabalho” a uma mulher.</p>
<p><strong>2) Qualquer apetrecho de cozinha</strong><br />
Do livro de receitas a jogo de panelas, essa é uma das piores categorias que você pode ofertar à sua amada. Mesmo que seja uma moderníssima cafeteira para expressos, a mensagem será: “vai fazer um cafezinho, vai amor, enquanto eu assisto o videotape de XV de Piracicaba e Bangu, direto de Limeira”.</p>
<p><strong>3) Vale-compras</strong><br />
Os famosos vale-compras, sejam de lojas de departamento ou aquelas na internet, têm apenas um significado: eu não tenho a menor ideia de quem você é, por isso comprei essa porcaria. Quer piorar a situação? Ela vai saber o preço e você fica com fama de pão-duro.</p>
<p><strong>4) GPS (ou qualquer coisa para o carro)</strong><br />
Sabe aquela coisa de homens são de Marte e mulheres são de Vênus? Pois é, isso existe, e a maioria das meninas não está nem aí com acessórios para carro, seja aquele som que se integra ao celular por Bluetooth ou um GPS. Aliás, o GPS, quando dado sem ser pedido, já comunica que você a considera uma perdida.</p>
<p><strong>5) Cremes de beleza, em especial o antirrugas</strong><br />
Por mais que você tenha adquirido uma marca francesa que custa os olhos da cara, dar qualquer coisa que lembre “idade avançada” é uma tremenda roubada. Depois não reclame quando ganhar meias no seu aniversário.</p>
<p><strong>6) Curso de pole dancing ou de pompoarismo</strong><br />
Ela até pode ter demonstrado interesse nesse tipo de coisa, mas esse é o tipo de presente que você só dá se houver prévio acordo e nunca deve ser ofertado de surpresa. De qualquer maneira imagine o que ela irá responder quando a mãe perguntar o que você a deu.</p>
<p><strong>7) Livro de 1001 posições sexuais</strong><br />
A gente sabe que livros desses até apimentam a relação quando vistos (e experimentados) a dois, mas presenteá-la com um vai passar uma imagem de que ou você é tarado demais ou ela é criativa de menos na cama. E se ela realmente precisa de dicas dessas, então meu amigo, está na hora de você rever seus conceitos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.donagiraffa.com/" target="_blank">Dona Giraffa</a></p>
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		<title>Palavras fazem a diferença</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 14:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palavras que fazem a diferença em um relacionamento.
Muitas vezes fazemos e falamos coisas que podem prejudicar um relacionamento. Mesmo sem perceber. Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia concluiu que casais que pronunciam os pronomes &#8216;nós&#8217; e &#8216;nosso&#8217; tendem a resolver eventuais conflitos mais facilmente do que aqueles que costumam usar apenas os &#8216;eu&#8217;, &#8216;meu&#8217;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras que fazem a diferença em um <strong>relacionamento</strong>.<br />
Muitas vezes fazemos e falamos coisas que podem prejudicar um relacionamento. Mesmo sem perceber. Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia concluiu que casais que pronunciam os pronomes &#8216;nós&#8217; e &#8216;nosso&#8217; tendem a resolver eventuais conflitos mais facilmente do que aqueles que costumam usar apenas os &#8216;eu&#8217;, &#8216;meu&#8217;, &#8216;dele&#8217; e &#8216;dela&#8217;. E essa <strong>cumplicidade</strong> resultaria em relacionamentos mais felizes.</p>
<p>Para os pesquisadores, não há nada de mágico nessas palavras. O que acontece é que o &#8216;nós&#8217; reflete um <strong>sentimento</strong>, uma identidade comum entre o casal. Indica que há uma ligação mais forte, um vínculo entre eles.</p>
<p>Eu acho que faz sentido. Acredito que o &#8216;nós&#8217; representa a vontade de <strong>construir algo junto</strong> com quem se ama. Não dá para entrar numa relação sem um projeto em comum, pensando cada um em si.</p>
<p>Fonte: <a href="http://entretenimento.r7.com" target="_blank">R7</a></p>
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		<title>Intimidade no casamento: inimiga ou aliada?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Tem gente que tem medo de casar por causa da intimidade, vista por muitos como inimiga do romance.
No namoro, principalmente no começo, os casais se encontram para sair, então estão sempre arrumados, cheirosos e alegres.
Aí a gente casa e começa a compartilhar outros momentos da vida. O acordar com a cara amassada, a dor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem gente que tem medo de casar por causa da <strong>intimidade</strong>, vista por muitos como <strong>inimiga do romance</strong>.</p>
<p>No namoro, principalmente no começo, os casais se encontram para sair, então estão sempre arrumados, cheirosos e alegres.</p>
<p>Aí a gente casa e começa a compartilhar outros momentos da vida. O acordar com a cara amassada, a dor de cabeça de pagar contas em dia, o dividir o mesmo banheiro, os dias de mau humor…</p>
<p>Uma amiga querida me confidenciou que seu maior receito em relação ao casamento era passar a impressão de ser desleixada. Ela disse que jamais tinha passado a noite com o namorado sem estar de banho tomado, com a depilação em dia, a pele sedosa e uma lingerie bonita.</p>
<p>Realmente, no casamento, o outro nos vê sem “preparo”. Afinal, ninguém consegue usar calcinha sexy todo santo dia e não há como fugir da “entre safra” das depilações. Para homens é a mesma coisa. Nem sempre o marido vai estar de barba feita, unha cortada, roupa bonita.</p>
<p>Mas isso não é desleixo, é a vida real. Mesmo durante o namoro, os casais passam por todos esses momentos, com a diferença que disfarçam a todo custo, fazem de tudo pra deixar essas coisas de fora do relacionamento.</p>
<p>Casar não é abrir mão da produção do namoro, mas <strong>dar ao outro acesso aos bastidores da sua vida.</strong></p>
<p>Pra dividir a vida com alguém, a gente tem que estar bem resolvido em relação à nossa intimidade. Ninguém precisa ter vergonha de ter que ir ao banheiro, de ter pelos indesejáveis, de ter bafo de manhã. Do mesmo jeito que ninguém precisa ter vergonha de chorar, de passar raiva, de ter inseguranças, de perder a razão de vez em quando. Faz parte de quem nós somos.</p>
<p>É nesses momentos sem máscaras que a gente conhece melhor o outro e a cumplicidade se fortalece, criando <strong>raízes cada vez mais profundas no amor</strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://recemcasada.com.br" target="_blank">Recém-casada</a></p>
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		<title>Amor patológico</title>
		<link>http://www.aspoderosas.com/amor-patologico/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 16:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amor doentio]]></category>
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		<description><![CDATA[O amor doentio, ciume doentio ou amor patológico pode ser comparado a uma dependência química, pois possuem os mesmos sintomas, quando a pessoa deixa os amigos, o parceiro passa a ocupar mais espaço do que a família, o trabalho e outros afazeres, ou o medo da relação acabar é incontrolável e se começa a seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O amor doentio, ciume doentio ou amor patológico pode ser comparado a uma dependência química, pois possuem os mesmos sintomas, quando a pessoa deixa os amigos, o parceiro passa a ocupar mais espaço do que a família, o trabalho e outros afazeres, ou o medo da relação acabar é incontrolável e se começa a seguir e vigiar o outro, a pessoa se torna compulsiva e impulsiva e é certo que o amor deixou de ser algo saudável e se transformou num maldito<strong> vício!</strong></p>
<p>Pelo contrário do que pensam, não atinge somente relacionamentos homem e mulher, mas também pais, irmãos, filhos e amigos. Algumas mães gostam tanto dos filhos que acabam com o relacionamento amoroso deles e alguns amigos têm ciúme doentio pelo outro.</p>
<p><strong>Se você desconfia de alguém, vai ai alguns sintomas deste mal:<br />
</strong><br />
Abstinência como angústia, taquicardia e suor na ausência ou no distanciamento do amado.</p>
<p>&gt; O indivíduo se preocupa excessivamente com o outro</p>
<p>&gt; Atitudes para reduzir ou controlar o comportamento de cuidar do parceiro são mal-sucedidas.</p>
<p>&gt; Dedica-se muito tempo para controlar as a vida do parceiro.</p>
<p>&gt; Abandono de interesses e atividades que gostava.</p>
<p>&gt; Continua-se compulsivo apesar dos problemas pessoais e familiares.</p>
<p>E de fato, parece não ser mesmo o sentimento de amor o causador dos malefícios do Amor Patológico, mas sim o medo da pessoa ficar só, o temor de vir a ser abandonada, de não ser valorizada, o grande desconforto emocional e submissão obsessiva da pessoa portadora de Amor Patológico.</p>
<p>Chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o parceiro tenha vida própria.<br />
Se conhece alguém com este sintomas, encaminhe para terapia! Deve ser tratada como outra doença qualquer.</p>
<p><strong>Para não fazer do amor uma obsessão, psicólogos recomendam:<br />
</strong><br />
&gt; Goste mais de você antes de gostar do outro</p>
<p>&gt; Não escolha um parceiro com o objetivo de preencher um vazio</p>
<p>&gt; Encontre prazeres na vida (esporte, trabalho, hobby, amigos, família)</p>
<p>&gt; Se conheça melhor e analise o que realmente quer para sua vida e que tipo de relacionamento quer manter</p>
<p>Enfim, tenha consciência de que um parceiro vem para acrescentar coisas boas na sua vida, que se trata de um cúmplice e não de um preenchedor de vazio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://mundodatpm.blogspot.com" target="_blank">Mundo da TPM</a></p>
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		<title>&#8220;Ser feliz ou ter razão?&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 14:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TEXTO É BEM PEQUENININHO E INTERESSANTE P/PENSAR A RESPEITO&#8230;
Para reflexão&#8230;.
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O TEXTO É BEM PEQUENININHO E INTERESSANTE P/PENSAR A RESPEITO&#8230;</p>
<p><strong>Para reflexão&#8230;.</strong><br />
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: -Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido um pouco mais&#8230; E ela diz: -Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!</p>
<p><strong>MORAL DA HISTÓRIA:</strong></p>
<p>Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: &#8216;Quero ser feliz ou ter razão?&#8217; Outro pensamento parecido, diz o seguinte: <strong>&#8216;Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.&#8217; </strong></p>
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		<title>Mallu Magalhães mais madura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 16:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
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		<description><![CDATA[Mallu Magalhães posa para revista e fala sobre relacionamento com Camelo.
&#8220;Fui xingada como se tivesse cometido um crime&#8221;, contou à revista TPM, em referência ao início do romance com o músico.
Com cabelos curtinhos que garantem um ar mais maduro, Mallu Magalhães posou para a edição de fevereiro da revista TPM. &#8216;Meu maior amadurecimento foi aprender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mallu Magalhães posa para revista e fala sobre relacionamento com Camelo.</strong></p>
<p>&#8220;Fui xingada como se tivesse cometido um crime&#8221;, contou à revista TPM, em referência ao início do romance com o músico.</p>
<p>Com cabelos curtinhos que garantem um ar mais maduro, Mallu Magalhães posou para a edição de fevereiro da revista TPM. &#8216;Meu maior amadurecimento foi aprender a lidar com a vida com mais tranquilidade&#8221;, contou na entrevista  que acompanha o ensaio. À revista, Mallu contou ainda que o romance com Marcelo Camelo vai muito bem e lembrou o conturbado início, quando os dois foram criticados pela diferença de idade ( na época, ela tinha 16 e ele 30).</p>
<p>&#8216;As pessoas reagiam com um ódio que eu não conseguia entender de onde vinha. Fui xingada como se tivesse cometido um crime. De andar na calçada e as pessoas gritarem de dentro do carro: &#8216;Vagabunda!&#8217;.', lembrou Mallu.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ego.globo.com" target="_blank">Ego</a></p>
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		<title>Crise no casamento&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
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		<description><![CDATA[Notícias sobre a crise no casamento de Angelina Jolie e Brad Pitt proliferam na mídia há mais de um ano. Apesar disso, os atores surgiram juntos recentemente, durante uma premiação, em clima de harmonia. Mentira ou golpe de marketing? A reposta pode ser mais simples e desprovida de glamour: eles estão tentando.
Juntos há mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias sobre a crise no casamento de Angelina Jolie e Brad Pitt proliferam na mídia há mais de um ano. Apesar disso, os atores surgiram juntos recentemente, durante uma premiação, em clima de harmonia. Mentira ou golpe de marketing? A reposta pode ser mais simples e desprovida de glamour: eles estão tentando.</p>
<p>Juntos há mais de cinco anos e pais de seis filhos, o casal “Brangelina” parece nadar contra a maré de relacionamentos frívolos que se desmancham diante da primeira dificuldade.</p>
<p>Segundo a terapeuta Magdalena Ramos, esse é um bom exemplo de pessoas que apostam no amor. Em contrapartida, percebe que a maioria dos casais estão desistindo rápido demais de seus relacionamentos.</p>
<p>&#8220;Homens e mulheres não estão batalhando por suas relações. Falta paciência e sobra intolerância”, analisa Magdalena, que exemplifica: “Lembra da tão comentada crise dos sete anos, já discutida amplamente por psicólogos e psicanalistas? Pois hoje ela bate à porta muito mais cedo: aos sete meses de união”.</p>
<p>Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam a tendência apontada pela terapêuta: em 2006, foram registrados 162.244 divórcios no País. No ano seguinte, esse número pulou para 179.432 e, em 2008, chegou ao recorde de 188 mil.</p>
<p>Apesar dos obstáculos que fatalmente serão encontrados, se o casal sente que ainda há respeito, amor, cumplicidade e interesses em comum, é sinal de que vale a pena investir na relação. Muitas vezes, a ajuda de um profissional que conduza a conversa pode ajudar muito.</p>
<p>Magdalena Ramos e José Ângelo Gaiarsa, psiquiatra e autor do livro “Lições de Amor &#8211; Para Sobreviver ao Casamento” (Editora Ágora), pontuam três dicas eficientes para enfrentar as crises:</p>
<p>- <strong>Fique de olho no piloto automático</strong>: as pessoas podem estar no mesmo ambiente, mas não se olham na cara. Por isso, é importante acertar os gestos, o tom de voz e reavivar a feição. Não deixe a sua relação cair na “mesmice”;</p>
<p>- <strong>Sim. Conversar é mesmo preciso</strong>: intermináveis discussões de relacionamentos podem ser estagnastes. Por isso, entre numa conversa desarmada, reconheça os seus defeitos e proponha soluções;</p>
<p>- <strong>Não compare sua vida com um filme</strong>: sempre que se pegar sonhando com um amor igual ao que viu naquela comédia romântica, lembre-se de que uma relação bacana não vem pronta. Ela precisa ser construída diariamente, com muita paciência. Não é à toa que os filmes acabam tão logo o casal decide ficar junto, ou seja, bem antes das discussões por causa da conta de luz, da educação dos filhos e da louça empilhando na pia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://delas.ig.com.br" target="_blank">Delas</a></p>
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		<title>Amar demais pode ser dependência</title>
		<link>http://www.aspoderosas.com/amar-demais-pode-ser-dependencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 15:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amar demais pode ser dependência e requer tratamento.
Assim como o vício em álcool e drogas, o amor patológico leva à perda de controle e liberdade de escolha.
&#8216;Amei muito. Amor para mim sempre foi uma coisa muito grande&#8217;. A última fala da personagem Dalva de Oliveira na mini série &#8216;Dalva e Herivelto&#8217;, exibida pela TV Globo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Amar demais pode ser dependência e requer tratamento.</strong><br />
Assim como o vício em álcool e drogas, o amor patológico leva à perda de controle e liberdade de escolha.</p>
<p>&#8216;Amei muito. Amor para mim sempre foi uma coisa muito grande&#8217;. A última fala da personagem Dalva de Oliveira na mini série &#8216;Dalva e Herivelto&#8217;, exibida pela TV Globo na primeira semana de janeiro, evidencia sua dedicação extrema nos relacionamentos. Os episódios da série abordaram a história da artista, cantora da era de ouro do rádio, com o compositor Herivelto Martins.</p>
<p>Dalva fala sobre seu amor até no leito de morte, anos após a separação e de uma relação turbulenta, com traição, violência e falta de atenção do então marido. Ela é uma mulher que <strong>amou demais, um quadro de dependência, assim como o abuso de drogas e álcool.</strong></p>
<p>É natural que a mulher seja carinhosa e atenciosa com seu parceiro. Mas quando esse comportamento é exagerado e o relacionamento supera todos os outros interesses, é possível que se trate de amor patológico. <strong>&#8216;Como qualquer dependência, essa contamina todas as áreas da vida.</strong> Gera negligência com os filhos, profissão e com o corpo. Essas mulheres se anulam completamente e <strong>ficam com a autoestima destruída</strong>&#8216;, explica a psiquiatra. Monica Zilberman.</p>
<p>Os comportamentos que caracterizam o amor patológico são diferentes, embora tenham em comum o padrão repetitivo. &#8216;Há casos de mulheres controladoras que querem ter domínio afetivo e outras que aceitam humilhações para manter o relacionamento&#8217;, diz Mônica.</p>
<p>Abrir mão de compromissos, ciúmes ou dificuldade em estabelecer vínculos afetivos duradouros também são indícios de dependência amorosa. Esses comportamentos comprometem a saúde mental, física e vêm acompanhados de muito sofrimento, seja o amor correspondido ou não. &#8216;Parece mais com cocaína. A paciente sabe que aquilo faz mal, que o relacionamento é uma porcaria, mas não consegue ficar sem. Ela não consegue dizer não&#8217;, relata a psiquiatra.</p>
<p>Os quadros de amor patológico podem acontecer associados à depressão, ansiedade, e até tentativas de suicídio. Isoladamente ocorre em indivíduos com personalidade vulnerável, sentimento de abandono e insegurança afetiva. Grupos de ajuda, medicação e tratamento psiquiátrico são opções de tratamento para mulheres que sofrem com o problema.</p>
<p><strong>Quando pedir ajuda</strong><br />
O extremo da atitude de Amanda, professora de 24 anos, foi a tentativa de agredir fisicamente a professora da faculdade do marido em função de ciúmes. Ela mantinha um relacionamento em clima de vigilância e controle excessivo. &#8216;Eu era insuportável. Não deixava ninguém falar com ele&#8217;, conta. &#8216;Eu deixava tudo para ficar com ele. Sair, ir ao cinema, até de marcar médico, porque queria que ele fosse junto&#8217;.</p>
<p>A mudança só começou quando o marido de Amanda pediu a separação. &#8216;Me desesperei, perdi o meu mundo. Eu chorava o tempo todo. Eu não deixava ele sair de casa, gritava&#8217;, relata ela. Em busca de ajuda e uma segunda chance com o parceiro, ela buscou ajuda em sessões de terapia.<strong> &#8216;A psicóloga me ajudou a ver que eu não me valorizava e que existia mundo além dele&#8217;.</strong></p>
<p><strong>Grupos de ajuda no Brasil:<br />
</strong><br />
DASA (Dependentes de Amor e de Sexo Anônimos)<br />
www.slaa.org.br</p>
<p>MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas)<br />
www.grupomada.com.br</p>
<p>Fonte:<a href="http://delas.ig.com.br" target="_blank"> IG</a></p>
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