Perguntaram para Deus…
O que mais te intriga nos seus humanos?
Deus respondeu:
Eles fartam-se de ser criança e tem pressa de crescer, depois suspiram por voltar a ser criança.
Primeiro perdem a saúde para ter dinheiro e logo em seguida perdem o dinheiro para ter saúde.
Pensam tão ansiosos no futuro que descuidam do presente e assim, não vivem o presente e nem o futuro…
Vivem
Texto de: Marina Colasanti
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a
Glória Menezes está no palco. Depois de viajar pelo país, voltou à cidade Ensina-me a Viver, adaptação para o teatro do filme cult dos anos 70. A temporada é popular, e os ingressos custam R$ 30,00. O espetáculo mostra o improvável encontro da velhinha excêntrica Maude (Glória Menezes) com o jovem soturno Harrold (Arlindo Lopes), que se conhecem visitando funerais – uma rotina de ambos. Ele é obcecado pela morte; ela, pela
Apresenta de maneira lúdica, toda a trajetória de vida de uma criança desde que nasce. Depois de uma infância alegre, passa pela escola, pela faculdade, até arrumar um emprego e virar mais uma engrenagem no mercado de trabalho. Como uma caricatura, vemos o seu corpo ser esmagado pelas exigências da vida. Mas algo ainda pulsa nos subterrâneos, a poesia ainda manda sinais. Então, chega o momento de escolher: permanecer no mundo confortável e seguro ou arriscar-se na
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
- Qual é o gosto? – perguntou o mestre.
- Ruim – disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o
A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca “jogue uma bola na vida” de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta, não se comove nem se apieda.







